A Esposa (Crítica)

Emílio Faustino

Filme que rendeu o Globo de Ouro de melhor Atriz a Glenn close, estreia nesta quinta (10) nos cinemas

Baseado no livro de Meg Wolitzer, “A ESPOSA”, de Björn Runge, estreia nesta quinta-feira, dia 10 de janeiro e traz Glenn Close que acaba de ser premiada no Globo de Ouro de Melhor Atriz. No longa, ela vive Joan, uma mulher que abriu mão do seu talento e de suas ambições para apoiar o marido escritor Joe (Jonathan Pryce), com quem está casada há 40 anos.

Quando viaja para Estocolmo para acompanhar o marido na cerimônia de entrega do Prêmio Nobel de Literatura, Joan passa a ser procurada por um jornalista (Christian Slater) ávido por escrever uma biografia não-autorizada do escritor. Joan se vê, então, prestes a encarar o maior sacrifício da vida e alguns segredos serão revelados.

“A Esposa” se torna um filme extremamente poderoso ao conseguir capturar de forma sutil as entrelinhas daquilo que não conseguimos enxergar em uma relação estando do lado de fora. Um verdadeiro soco no estômago dos machistas e daqueles que insistem em invisibilizar a força da mulher. Um filme necessário não só porque permite o homem rever o papel das mulheres, mas porque dá a oportunidade das mulheres se enxergarem como protagonistas de suas próprias histórias.

Sem dúvida um filme necessário e empoderador.

SINOPSE

Joan Castleman (Glenn Close) é casada com um homem controlador e que não sabe como cuidar de si mesmo ou de outra pessoa. Ele é um escritor e está prestes a receber um Prêmio Nobel de literatura. Joan, que passou 40 anos ignorando seus talentos literários para valorizar a carreira do marido, decide abandoná-lo.

DIREÇÃO

Björn Runge Björn Runge

FICHA TÉCNICA

Roteiro: Jane Anderson
Título Original: The Wife
Gênero: Drama
Duração: 1h 41min
Classificação etária: 12 Anos
Lançamento: 10 de janeiro de 2019 (Brasil)

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