DE REPENTE 30 (Crítica)

DE REPENTE 30

4emeio

FICHA TÉCNICA

Título Original: 13 Going on 30
Ano do lançamento: 2004
Produção: EUA
Gênero: Comédia , Romance , Fantasia
Direção: Gary Winick
Roteiro: Josh Goldsmith, Cathy Yuspa
Classificação etária: 12 Anos

Sinopse: Jenna Rink (Christa B. Allen) é uma garota que está descontente com sua própria idade, já que seus colegas mais populares da escola não lhe dão atenção, seus pais ficam sempre no seu pé e o garoto por quem está apaixonada nem sabe que ela existe. A única amizade que Jenna possui é Matt Flamhaff (Sean Marquette), seu vizinho. Para tentar reverter a situação Jenna decide por ter uma grande festa para o seu 13º aniversário, convidando todos os adolescentes que conhece. Porém o que deveria ser sua consagração se transforma num grande desastre, após Jenna ser trancada em um armário devido a uma brincadeira e ser completamente esquecida pelos demais presentes na festa. Triste, Jenna faz um pedido: virar adulta de repente, para ter a vida com que sempre sonhou. O pedido milagrosamente se torna realidade e, no dia seguinte, Jenna (Jennifer Garner) desperta em 2004 e com 30 anos de idade. De início Jenna fica assustada com as novidades de sua vida, mas aos poucos fica cada vez mais encantada por ter se tornado tudo aquilo que sempre sonhou ser. Porém, quando tenta reencontrar Matt (Mark Ruffalo), Jenna descobre que perdeu contato com ele há vários anos e que agora ele está prestes a se casar.

Por Carlos Pedroso

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Esses dias vi pela primeira vez A Rosa Púrpura do Cairo do Woody Allen e fiquei encantado com a forma como o diretor conversa numa metalinguagem com a experiência do cinema através da personagem da Mia Farrow. Vez ou outra eu me pego na mesma sensação de Farrow, onde somente uma sala de cinema pode me resgatar da vida real. Alguns filmes não tem pretensão de serem grandes filmes, e é talvez por esse aspecto puramente de entretenimento que muitos deles se tornam clássicos ou memoráveis para nós espectadores. Seja pela experiência ou por uma mensagem simplória que acabamos nos identificando, esses filmes acabam tendo o poder de simplesmente nos deixar bem. De Repente 30 é um desses casos.

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Na qualidade de comédia comercial, o filme de Gary Winick se tornou um clássico da sessão da tarde por motivos bastante singelos: é um dos exemplares que sempre vão fazer a gente parar em frente à tv e nos fazer sentir como crianças de novo. Isso se deve expressamente pela leveza com que temas da vida adulta e da infância convergem dentro de uma trama bastante convencional. Também, porque Jennifer Garner e Mark Ruffalo formam um dos casais mais fofos de comédias românticas do início da década passada.

Apostando no carisma de seus protagonistas, Winick cria um universo que transporta o espectador para dentro da ficção sem nunca deixar que problemas da vida cotidiana sejam esquecidos ou maquiados. Da safra de filmes que fizeram parte da minha formação cinéfila, sem dúvida, De Repente 30 tem um lugar bastante especial.

PRÊMIOS

MTV MOVIE AWARDS
Indicação: Melhor Performance Musical

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TRAILER

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