FALANDO SÉRIE #35

35

Por Igor Pinheiro

ALÔ, UNIDOS DO CCINE DEEEEEZ!

E aí, gente, como vai o carnaval de você? (…) É, o meu também. Mas temos motivos para comemorar, porque a semana foi bem boa para nós, fãs de série. Mesmo que tenha tido Glee, mesmo que The Walking Dead tenha voltado a me irritar um pouco… É, pensando bem, talvez não tenha sido tão bom assim.

Greys Anatomy

Mas vamos falar de um retorno importante: Grey’s Anatomy. A gente já desistiu da esperança da série voltar a ser o que era antes, então temos que nos apegar ao que nos resta de bom. Tipo dez minutos de episódio e todo mundo brigando, isso é legal. E continuarem da cena em que o fim do último episódio do ano passado nos deixou, se bem que por um momento eu achei que tudo fosse um devaneio da April. Meredith e Cristina amigas de novo, mas ainda com um pé atrás: legal. Também gosto quando o hospital fica com esse climão de fofoca, tipo “fulano foi abandonado no altar”, porque esses climões acontecem de verdade em nossos ambientes de trabalho repleto de pessoas para comentar sobre a vida dos outros, né? A história do Derek com o presidente dos Estados Unidos [respira fundo] ainda não me conquistou, mas a cena da entrevista foi ótima.

How I Met Your Mother

How I Met Your Mother também voltou, toda mais ou menos. O bom é que a série não terá mais pausas e o fim se aproxima, mas vocês repararam que nos últimos, sei lá, cinco episódios, o plot principal foi Barney muito bêbado? Talvez essa ideia da última temporada se passar nas horas antes do casamento não tenha sido tão boa assim. E os flashforwards do Ted com a mãe também deixaram de ser fofos e, infelizmente, estou parando de “desencanar” com a série, parando de aceitar tudo. Vocês estão na temporada final, cara. Façam bonito…

Glee

Glee foi… chato. Não por completo, mas foi chato. Esse foi tipo o 100º episódio? Não tem uma história dessas? E, sério, sabe aquela série que às vezes você esquece que existe? Então, é Glee. E tudo continua igual. Ninguém liga para o que acontece em Ohio enquanto Nova York pega fogo. Mas o que realmente me fez não odiar o episódio foram as versões. Fazia tempo em que não faziam alguma que eu realmente quisesse ficar ouvindo depois. Tudo bem que a culpa disso foi de Rachel e Santana, mas vale a pena conferir o segundo cover deles de Don’t Rain On My Parade e Every Breath You Take foi ótima também. Brave também ficou boa e isso tem mais a ver com o fato de eu gostar muito da Sara Bareilles, gosto muito de I Believe In a Thing Called Love, mas a versão não me agradou tanto. E muito bom Rachel no final, completamente bitch, rasgando na frente da Santana uma foto delas duas.

Girls

Girls me deixou um pouco triste, confesso, mas no bom sentido. Porque tudo começou a dar errado e a caminhar para um fim de temporada repleto de acontecimentos. O episódio até que começou bem humorado, com Hannah em crise sobre Adam estar na Broadway. Mas aí coisas foram acontecendo, Marnie foi parando de ser chata e se tornando completamente triste, fazendo a gente chorar quando disse pra Hannah que não podia dizer o motivo de sua tristeza [respira fundo, dessa vez emocionado]… E não quero nem falar sobre meus sentimentos quando Jessa apareceu drogada de novo, e a reação da Hannah e tudo (TUDO, LEITOR) o que foi construído ao longo da temporada indo por água abaixo… Se bem que teve aquela cena final, Adam e Hannah na banheira, que foi bem bonitinha, mas, no fundo, triste, fazendo a gente pesar até quando aquilo vai durar e até quando os dois serão felizes. E Lena Dunham começa a largar o lado comédia e partir para o drama da série, sem perder a mão.

The Walking Dead

E The Walking Dead continua acertando em mostrar os personagens separados, isso dá um gás que a série não tem faz tempo. Mas eu consigo me irritar muito fácil com personagens sinistrões que aparecem do nada, o ruivo fortão no caso do episódio dessa semana. E eu já sabia que me irritaria com isso. Mas gostei do novo fator esperança da série e de como os personagens estão caminhando para isso. E, de novo, espero que continuem separados.

É isso, amigos. Curtam a folia, não abusem, se dirigir, não bebam e usem camisinha. E educação, por favor, que é o que mais falta nessas horas, e o que tornaria a festa toda muito mais bonita do que já é. Porque, no geral, eu gosto do carnaval, só acho OK, O POST NÃO É SOBRE ISSO, ATÉ SEMANA QUE VEM!

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