Todo Dia (Crítica)

Davi Gonçalves

Não importa o lugar, gênero ou personalidade: “A” acorda todo dia em um corpo diferente e precisa se adaptar a este novo corpo, ainda que apenas por um dia. Após tanto tempo vivendo dessa maneira, “A” já sabe exatamente que não deve se envolver e muito menos interferir na vida destas pessoas. Tudo vai bem até o dia em que “A” amanhece no corpo do adolescente Justin e conhece sua namorada, Rhiannon, por quem acaba se apaixonando.

Todo Dia (Crítica)

Baseado no Best-seller de David Levithan e dirigido por Michael Sucsy, Todo Dia tem uma premissa interessante e original, infelizmente prejudicada por um roteiro que não se aprofunda em questões que, aparentemente, deveriam ser exploradas, como a importância de se viver intensamente como se fosse o último dia. O argumento meio que inverte o protagonismo da história em sua segunda parte – e isso reduz a trama a um simples romance adolescente. Com um incrível potencial, porém desperdiçado, Todo Dia centra sua narrativa mais nas dificuldades de se amar alguém sem saber o que vai acontecer em seguida, enquanto faz alusão também aos relacionamentos baseados puramente em atração física – mas isso tudo muito superficialmente, fazendo com que Todo Dia não vá alem de um filme bonitinho pra Sessão da Tarde, mas sem muita relevância como a obra que o originou.

Pôster de divulgação: Todo Dia

Pôster de divulgação: Todo Dia

SINOPSE

A tem o incrível poder de acordar todos os dias em um corpo diferente, independente de gênero, cor ou idade. E deve se adaptar a seu novo corpo, ainda que somente por um dia. Mas sua triste rotina muda quando acorda no corpo de Justin e acaba se apaixonando pela namorada dele, Rhiannon (Angourie Rice). A sinopse oficial ainda não foi divulgada.

DIREÇÃO

Michael Sucsy Michael Sucsy

FICHA TÉCNICA

Roteiro: Jesse Andrews
Título Original: Every Day
Gênero: Drama, Fantasia
Duração: 1h 38min
Classificação etária: 12 Anos
Lançamento: 12 de julho de 2018 (Brasil)

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